terça-feira, 25 de abril de 2017

OVNIs no Algarve - Portugal

Matéria elaborada por: Dr. Luís Lourenço

Nesta secção vou narrar alguns casos ocorridos no Algarve. 

É importante referir que, seja em que região for, em Portugal ou no mundo, existem casos que não são reportados às autoridades seja porque as testemunhas não dão demasiada importância ao assunto, seja porque têm medo do ridículo, seja por outra razão qualquer.
Pessoalmente conheço diversos em que isso acontece: as testemunhas “retraem-se” até porque muitas vezes aquilo que viram podia não ser necessariamente uma nave extraterrestre mas sim algo que ficou apenas no plano do “não identificado” o que já não é pouco.

Por ser algarvio, dei prioridade, nesta secção, a casos ocorridos no Algarve.
Os casos são extraídos do livro Ovnis em Portugal (1978) de Joaquim Fernandes da editora Nova Crítica, Porto.

Algoz, Concelho de Silves 10/06/1960
O Sr. Carlos Sabino, alfaiate de profissão, dirigiu-se a Algoz, como era seu costume, assistir à emissão de televisão, que poucas pessoas possuíam na altura, sendo mais comum existir nos sítios públicos: sociedades recreativas e cafés. Despreocupado com as horas na conversa com os amigos, quando deu por si já eram três e meia horas da madrugada e pôs-se a caminho de Silves. Acompanhado por um cão, de nome “Filipe”, fez-se à estrada naquela noite de Lua Cheia.
No sítio de Peras, a pouca distância da povoação, viu o que a princípio supôs ser um automóvel.
Logo se alarmou devido à intensa luminosidade que se desprendia do objecto, um disco voador, e agachou-se, cheio de medo atrás de uma moita, observando as manobras de seis pequenos humanóides, «homúnculos» como lhes chamou o Diário de Notícias do dia 13/06/60, à volta do aparelho. Quanto ao “Filipe”, o rafeiro que o acompanhava, “fugiu a bom fugir!”, assustado com o que presenciara.
Minutos depois o estranho objecto elevou-se na vertical e desapareceu. Carlos Sabino aproveitou essa oportunidade para correr para casa, mas a cerca de 50 m da sua habitação foi outra surpreendido por um objecto voador, talvez o mesmo, que vasculhava o solo com um feixe de luz intensa, finalmente, o objecto desapareceu para não mais voltar.
Durante muito tempo as pessoas da região comentaram esta estranha história, até porque, segundo diziam, Carlos Sabino, sempre se mostrou uma pessoa séria, “amiga da verdade” e, inclusive, nunca gostou de desenvolver muito o assunto acerca do que vira naquela noite.
O seu pavor era real e foi testemunhado por muita gente.


Rio Alvor, Concelho de Portimão
Agosto de 1976
João Marçano, pescador, e Jorge Vidal Marçano, estudante, remavam na Ria de Alvor, ao romper do dia, quando viram surgir um estranho objecto que ao deslocar-se emitia um zumbido, sendo esse zumbido o que primeiro lhes chamou a atenção.
O objecto deslocava-se de Noroeste para Este, tinha cor verde, forma de disco com diâmetro estimado entre oito e dez metros, encimado por uma cúpula e com “luzes intermitentes à volta”, deixava atrás um rasto de chamas.
O objecto deslocava-se a muito baixa altitude e dava a impressão de estar a contornar o terreno.
As testemunhas ficaram com medo à passagem do objecto e até baixaram-se no barco quando aquele passou por cima deles.
A duração total da observação foi de 20 a 30 segundos e terminou com o objecto a afastar-se a grande velocidade.

Praia da Quarteira 25/08/1976
Várias pessoas cujas identidades permaneceram anónimas referiram ter observado cerca da uma hora da madrugada do dia 25 de Agosto de 1976 um objecto luminoso que se deslocava a grande velocidade e a baixa altitude em direcção a sul nesta praia algarvia.
O OVNI, segundo disseram, apresentava muitas cores, sendo a mais frequente ou visível de todas, o vermelho e expelia jactos luminosos.
Depois da passagem do objecto voador, uma das testemunhas resolveu telefonar para o Aeroporto de Faro para indagar se havia ali conhecimento da aterragem ou descolagem de qualquer avião à hora em que o objecto foi visto.
Responderam que não, dado que as aeronaves que ali aterraram e descolaram o fizeram apenas até as 22 horas.
Alguns Casos Que Me Foram Relatados Pessoalmente
Uma senhora que conheço contou-me que viu um OVNI quando ainda era criança.
Era de aspecto metálico e tinha a forma clássica de disco com cúpula.
Vi que ela me descrevia aquilo que o Dr. Hynek chamava “objecto diurno” (é geralmente nesse tipo de visões que os objectos tendem a se apresentar “metalizados” sendo que à noite tendem a aparecer mais sob a forma de objectos luminosos).
Perguntei-lhe “você viu esse objecto de dia, não foi?” o que confirmou.
Ela tinha seis anos, viu o objecto e disse ao pai mas o pai não o viu a tempo ou não ligou.
O objecto desceu para uma quinta perto da casa deles e ela foi ver.
Teve que dar uma volta grande para entrar na quinta por causa de uma cerca e o objecto já não estava lá.
Perguntei-lhe se tinha deixado marca de aterragem.
Ela disse-me que sim e fez um reparo interessante: achou que o objecto era pequeno. Respondi-lhe que o tipo de nave que ela viu – o clássico objecto discóide, comum em 38% das observações segundo o Catalogo Poher (Scornaux e Piens, 1978) costuma ser de pequenas dimensões pois são, ou parecem sugerir, naves de reconhecimento; distinguem-se das “naves-mãe” das quais, por vezes, são vistos a sair, e que, geralmente, apresentam-se cilíndricas ou em “forma de charuto” sendo por isso frequentemente chamadas na ovnilogia de objectos em forma de charuto ou objectos-charutoides.
No tempo dela, e isto foi outra observação interessante que ela fez, utilizava-se pouco a palavra ovni. 
“As pessoas usavam mais frequentemente a expressão disco voador”, realçou.

Numa das circunstâncias citadas acima uma senhora, mãe de um amigo meu, o seu marido, já falecido, entretanto, e amigos viram discos voadores.
Digo “discos voadores” porque em duas dessas circunstâncias os objectos TINHAM MESMO a forma de discos ou, como a senhora (não vou citar o nome dela) disse “pratos”.
Ela viu OVNIs em, pelo menos, três circunstâncias diferentes e da primeira vez o seu marido não acreditou nela pois não tinha partilhado a observação mas depois ficou surpreendido porque a notícia acabou por sair no jornal.
Em Portimão, a mãe e a irmã de um amigo meu viram, através da janela da sua casa, um objecto voador em forma de disco pairando por cima de um prédio vizinho e quase a aterrar em cima do mesmo.
Eram pessoas que nunca se interessaram muito pelo assunto dos OVNIs, antes e depois do acontecimento!

Estas são as verificações, que cada um pode fazer.
Se nos interessarmos o suficiente pelo assunto, e se formos intelectualmente honestos, as pessoas sentem-se à vontade para nos contarem as suas observações ou experiências com OVNIs. 
Elas não vão contar – e compreende-se o porquê! – a quem não quiser acreditar nelas, estiver predisposto a negar ou a fazer troça do assunto.
A “troça”, diga-se de passagem, é um mecanismo de formação reactiva. Significa que a pessoa que está a ser “espirituosa” sobre certo assunto está a deixar que o lado emocional tome conta do assunto.
No fundo, as supostas implicações do assunto a incomodam.
Insisto em que existência de testemunhas reais e fidedignas permite que o fenómeno OVNI não possa ser encaixado na categoria dos boatos, rumores ou mitos urbanos, como o pretenderam certos autores que, no fundo, demonstram um conhecimento superficial da ovnilogia.
Tudo parece indicar, portanto, que “eles”, sejam quem forem e venham de onde vierem, andam aí (!) 
Existe “qualquer coisa”, há um fenómeno a ser estudado.
Agora, resta saber o que é.

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Piloto aviador português viu um OVNI no Algarve

Enviado por: Roger Marsh, editor da MUFON e da openminds a 17 de maio de 2016

Um testemunho português residente em Faro, piloto aviador, relatou a observação de OVNI cruzado o céu, de acordo com o Caso 74679 da Mutual UFO Network (MUFON).

A testemunha estava fora de casa às 3 da madrugada a 13 de Setembro de 2015, quando o incidente ocorreu.

"Algarve, Portugal, o avistamento foi de um OVNI ", afirmou a testemunha.
"Irei utilizar frases da aviação para descrever as condições. 
Sou piloto à mais de 15 anos. ", acrescentou.

Descrição do objeto.

"Nenhum ruído, nenhuma mudança direcional, trajeto em linha reta que voa sobre a linha costeira em aproximação à pista 270 curso magnético.
O sol de setembro estava brilhando condições claras CAVOK.
Do lado onde o sol iluminou o objeto era branco e tinha uma forma como um micro plano Katana.
Na parte de trás parecia um pau de hóquei, como um aileron que não se movia.

A testemunha revisou a posição do objeto e a velocidade do solo.

"O objeto estava voando sentido oeste paralelo a leste à direita em direção ao aeroporto de FAO (o habitual tráfego comercial de saída) encaminhamento.
Isto significa contra a direção do tráfego comercial e um pouco acima da rota.
O objeto estava movendo-se com aproximadamente 250 KTS firmemente. "

A testemunha tentou manter o objeto à vista enquanto se movia.

"Enquanto eu corria atrás do edifício seguinte para segui-lo, estava fora de minha vista em ângulo aproximadamente 60 graus do horizonte diretamente sobre o centro de cidade de Quarteira, Portugal, sentido Albufeira."

A testemunha assegura que nunca tinha visto tal objecto.

"Conclusão: Temos uma pequena casa na área que tenho visitado de à 25 anos.
Durante este tempo nunca testemunhei tal objeto voando na área.
Também tenho certeza de que nenhum piloto consciente seria inresponsável, ao voar no sentido de uma área de partida de um aeroporto internacional, isso seria suicídio ".

Monique Lessan, da MUFON International, investigou e fechou este caso como Desconhecido.
O caso foi relatado à MUFON a 23 de Fevereiro de 2016.

"A visibilidade estavam boa", escreveu Lessan no seu relatório. "Isto significa que em uma escala de 10 milhas náuticas em torno do ponto não havia nenhumas nuvens ou o teto da nuvem até 10,000 pés / terra.
De acordo com a testemunha, o objecto veio do leste e dirigido em linha reta para o oeste na altitude constante.
Nenhuma luz de posição, nenhum ruído, nenhum brilho - nada.
A testemunha afirmou que enquanto passava sobre o edifício à esquerda, ele correu, para segui-lo, acabando por perder a sua visibilidade.
A testemunha ficou atordoada!
A testemunha disse que o objeto voava muito alto ou então era um objecto pequeno, mas podia vê-lo claramente com os olhos.
A testemunha também pensou que fosse a ISS, um Satélite ou similar, mas esse tipo de objetos, você não seria capaz de vê-lo tão brilhante dia com os olhos nus.

O investigador concluiu o caso.

"A testemunha parece ser profissional e confiável.
Tendo sido um piloto de longo tempo - mais de 15 anos - ele é muito específico com o seu cálculo e conclusões.
Depois da minha investigação poderei colocar a possibilidade de um UAV Drone. "


Aeroporto Internacional de Faro 
O mês de Setembro do ano 2015 em Portugal revelou alguma actividade.
Veja...

Braga

Lisboa

Porto

Entre outros casos isolados que não nos são diretamente reportados...

Praia de Quiaios - Figueira da Foz

Vila do Conde                            ver estes três casos...

Praia da Rocha - Algarve

Só no ano 2015, o Ufo Portugal Network recebeu 31 casos que mereceram a nossa atenção e disponíveis no arquivo online.

Ufo Portugal Network Official partners of (ESUN) European Space UFO-Network

Eles andam aí: 3 relatos de OVNI’s em Portugal 2015

Três relatos que certamente você desconhecia...

1 - Luís Neves, tem 43 anos e é técnico de informática. No dia 5 de Agosto 2015, quarta-feira, cerca de 23 horas, estava junto do passadiço de madeira na Praia de Quiaios e vê por cima do horizonte, talvez a dois palmos da linha da água, três pontos de luz com uma magnitude um pouco inferior à de Vénus.

Luís Neves conseguia ver ao longe as luzes dos barcos pesqueiros e despertou-lhe a atenção para três pontos luminosos que pareciam umas estrelas, com luz fixa, passados poucos segundos de presenciar esses três pontos, os mesmos que até ali estavam imobilizados, arrancam a uma velocidade enorme, tendo feito o percurso entre o horizonte e a Serra da Boa Viagem em cerca de dois a três segundos.

Este informático, acha que as nossas aeronaves não podiam vencer a inércia e deslocar-se a tal velocidade. Depreende que são os conhecidos ovnis, feitos com tecnologias extraterrestres.

Para sua maior admiração as três estrelas em triângulo, viajavam em uníssono, sempre à mesma distância, desde o horizonte até desaparecerem em direcção à Serra da Boa viagem, fazendo uma linha entre o ocidente e o oriente.

Para esta testemunha aquelas naves viajavam a uma altitude bastante elevada.

2 - Anabela Sousa mora em Vairão – Vila do Conde, tem 43 anos e é vendedora de
profissão. No dia 8 Agosto 2015 – sábado, foi dar uma caminhada com a sua vizinha depois do jantar como faz habitualmente, e quando estavam a regressar para casa vêm um conjunto de luzes muito estranhas. Eram umas 22h 45mn, e a iluminação pública em frente às suas casas por vezes falha, o que facilita a visibilidade.

Eram três objectos que estavam a voar em formação, tipo um triângulo largo e foi isso que nos chamou a atenção. Não emitiam qualquer ruído e pareceu-nos voar mais baixo que um avião comercial. Emitiam uma luz fraca mas era circular e pulsante.

Vinham na direcção sul-norte. Ficamos a observar e entretanto dois desses objectos seguiram para norte e o terceiro afastou-se em direcção ao poente.

Anabela e a vizinha ficaram um minuto em frente às suas casas e viram que mais apareceram mais objectos vindos da mesma direcção e com a mesma configuração.

Dois desses objectos seguiram em voo normal para norte e um terceiro estranhamente deu como uma volta de 180 graus e voltou para trás. Todo o fenómeno durou cerca de três minutos.

Os objectos voavam a uma altura relativa e não pudemos ver a forma concreta. Não emitiram qualquer luz para o solo nem ruído. Tanto a Anabela como a sua vizinha estavam na plena posse das nossas faculdades.

3 - Margaretha Smidt, é cidadã Holandesa e vive no Algarve, tem 75 anos e durante
muitos anos trabalhou em negócios da moda. No dia 25 de Julho de 2015, entre as  02,15 e as  02,30 horas estava na Praia da Rocha no Algarve a 184 km a sul de Lisboa.

Viu entre dois prédios que poderiam estar afastados um do outro cerca de 40 cm, duas luzes que estavam no mar. Essas luzes estariam talvez a 1000 metros de distância do local onde esta testemunha estava.

As luzes estavam paradas sobre o mar e teriam a magnitude da boca duma chávena de café (bica), isto é à distância dum braço estendido teriam cerca de 4 cm.

As luzes estariam a cerca de dois palmos de altura do mar (40 cm).

Depois uma das luzes começou a subir na vertical em forma de zig-zag. A outra luz permaneceu no local durante alguns momentos. Essa luz que ficou apresentava um aspecto pulsante, tendo depois começado a deslocar-se lentamente para a esquerda em linha recta e desapareceu na direcção de Sagres.

Crédito: vortexmag.net & apovni.org 

Após 49 anos, relato de brasileira impressiona com detalhes extraterrestres Força Aérea chegou a investigar o caso.


Muita gente não acredita em vida extraterrestre, mas esse é um tema que, certamente, vira e mexe, volta a virar alvo de debates entre os seres humanos.
No Brasil, a discussão sobre extraterrestres, os objetos voadores não identificados (OVNIs) e outros temas relacionados à questão não costumam ser tão explorados.
Estudos publicados por investigadores brasileiros, no entanto, mostram que ao longo dos anos as Forças Armadas teriam investigado o tema.
Um dos casos mais conhecidos que ocorreu no Brasil, mas que havia sido esquecido até então, foi o registado no município de Lins, no estado de São Paulo.
Naquela época, uma suposta aparição extraterrestre teria sido vista por uma testemunha, Dona Maria José Cintra.
O caso aconteceu em 1968 e a protagonista dessa história já faleceu.

Quem traz novidades a respeito do caso são investigadores do Brazilian UFO Research Network (BURN). Josef Prado e Edison Boaventura Jr gravaram um vídeo, que pode ser visto ao final desta reportagem, e que mostra uma entrevista de Maria à época.
O estudo, segundo os investigadores, também foi objeto de análise da Força Aérea Brasileira e a situação é vista como misteriosa até hoje.
A mulher testemunha do fenómeno de outro planeta garantiu, naquele episódio, que teve contato com a alienígena quanto trabalhava no hospital da região.

Maria José Cintra era uma mulher caridosa e cuidava dos mais abandonados daquela época, os "leprosos" (hoje a doença que os acometia é chamada de hanseníase).
Além disso, também ficavam no hospital pessoas com problemas psiquiátricos.
No dia 24 de agosto de 1968, alguns funcionários do hospital viram uma luz misteriosa, que se formava como se fosse uma grande bola.
Não foi só Maria que assistiu ao fenómeno, mas ela virou uma testemunha chave do episódio.

Um dia, depois da esfera dominar o hospital, Maria teve uma experiência estranha.
Ao estar com um terço nas mãos, ela ouviu um barulho estranho do lado de fora da unidade de saúde.
Ao abrir a porta, ela viu uma mulher imóvel, que achou que fosse uma doente, mas ao chegar perto, percebeu que essa vestia um capuz.
A tal mulher tentou comunicação, mas a língua não era conhecida.
A possível extraterrestre entregou à Maria uma garrafa e do nada teria aparecido também uma caneca.
A servente do hospital acabou se urinando, tamanho seu temor.

Por conta do caso, a Força Aérea teria recolhido amostras da região, onde um suposto OVNI pousou, mas até hoje o caso tinha sido abandonado.

Veja abaixo um vídeo que mostra parte do áudio da entrevistada na época em que o caso aconteceu.
Segundo os investigadores, esta entrevista nunca foi exibida pela mídia brasileira desde que o caso veio à tona na década de 1980, quando a protagonista da história, dona Cintra, conversou com uma rádio local.


&


sábado, 22 de abril de 2017

Como Relatar um Avistamento de OVNI


Algumas normas simples de como relatar a observação de Objectos Voadores Não Identicados.

Objetos Voadores Não Identificados (OVNIs) são de origem desconhecida e não tem uma identificação. Caso tenha visto um, você pode ter informações que as autoridades competentes considerariam muito interessante. Você precisa apenas transformar sua experiência em um relato coeso e entregá-lo às pessoas certas. Caso ele seja suficientemente convincente, você pode até mesmo receber uma resposta. Então agarre caneta e papel, pois você tem alguns detalhes para discutir.

1
Escreva imediatamente os dados básico da sua experiência. Independente de onde vá apresentar seu relatório, você precisa seguir a mesma estrutura básica. É melhor fazer isso logo após o avistamento, assim tudo ainda estará fresco em sua cabeça. Quanto mais recente, mais exato possível. Você usará essas informações para apresentar seu relatório aos órgãos específicos. Seguem os dados pelos quais deve começar: [1]
Número de testemunhas (para ser válido, deve existir ao menos outra pessoa)
Horário
Localização (se você viver perto de uma base aérea, ou local similar, seu relato pode ser descartado)
Número de objetos avistados
“Não” inclua suas informações pessoais no corpo do relatório. Isso terá que ser removido posteriormente.

2
Inclua quantos detalhes sobre o objeto forem possíveis. Quando mais detalhes você tiver, mais convincente sua história será (ou mais fácil será determinar se é alguma outra coisa). Lembre-se da sua experiência. Existem aspectos que você deve cobrir:
Luzes (Quantas existiam? Elas piscavam, ou eram sólidas?)
Cores (As cores mudavam?)
Brilho (compare com outro objeto, se possível)
Movimento (Quão rápido se movia? Movia-se para cima e para baixo? Para frente e para trás? Suavemente, ou erraticamente?)
Comportamento (O objeto se moveu, ou aterrissou, emitiu luz, sons, ou liberou outros objetos?)
Interações com o espaço (Ele se envolveu com alguma outra aeronave nas proximidades, produziu efeitos elétricos, ou magnéticos, como desligar o motor de um carro?)
Rastro, névoa, etc. (Existia alguma aura, ou névoa ao redor do objeto, alguma nuvem, ou rastro de fumaça deixado pelo objeto?)

3
Anote seu tamanho e o quão distante o objeto estava. Pense em segurar um objeto com o braço esticado, bloqueando a vista do OVNI. [2] Você precisou de uma moeda? Um biscoito? Uma bandeja? Algo entre os dois? Isso deve ser o mais preciso que conseguir.
Pense nos outros objetos ao redor para determinar o quão distante ele estava. Estava logo acima das árvores? Das montanhas? Dos fios de eletricidade? Torre de Satélite? Isso pode ajudá-lo a avaliar a distância aparente.

4
Inclua detalhes sobre o formato da aeronave. Existem alguns padrões comuns atualmente conhecidos – sua experiência coincide com alguma dessas formas?
“Pires”: existem três variedades – abobadado (estereotípico), lenticular (formato de pistache) e lenticular com uma cúpula
“Chapéu”: existem três variedades – chapéu cônico, chapéu duplo e chapéu de palha com o topo plano
“Esférica”: uma forma circular padrão
“Saturno”: na forma do planeta, como se o objeto tivesse anéis
“Elipsoidal”: forma oval ao pairar e de bola de futebol americano durante o voo
“Cilíndrica”: o objeto se parece com um cigarro gigante
“Dirigível”: em forma de uma bala pontuda; geralmente seguida por uma cauda luminosa
“Triangular/bumerangue”: com pontas, ou em forma de V, como um bumerangue.

5
Anote o clima e o horário do avistamento. Quanto melhor o clima (poucas nuvens, sem chuva, etc.) mais confiável será sua história e mais difícil será argumentar que você não viu aquilo que diz ter visto. Contudo, que seja dito – não se sinta tentado a mentir se o clima estava ruim; é muito fácil descobrir como estava o tempo nesse dia, se for preciso.
Caso o dia estava nublado, ou chuvoso, explique como isso afetou sua visão. Isso obscureceu alguma coisa, mesmo que seja parcialmente, de sua vista? Alguma coisa mudou quando as nuvens se dissiparam e a chuva parou? O que você viu poderia ser uma distorção visual causada pelas nuvens, ou outro fenômeno natural?

6
Inclua alguma foto, ou vídeo. Uma das formas mais efetivas de tornar seu avistamento convincente é incluir fotos, ou vídeos – isto é, “boas” fotos, ou vídeos. Não perca tempo fabricando algo – fraudes sobre OVNIs existem há tempo suficiente para a maioria já ter sido desmascarada.
As melhores fotos “não são” digitais. De fato, negativos (em um filme tangível) são as melhores formas de provar que uma foto não foi adulterada. Caso seja digital, não pense em alterar nem mesmo seu tamanho. Caso suas configurações originais sejam alteradas, mesmos mínimos detalhes, ela pode ser descartada.
Os melhores vídeos são aqueles com outros objetos de referência e o enquadramento deve ser fixo, assim você poderá ver o movimento do OVNI, ao invés do vídeo ficar se mexendo junto com ele.

7
Tome nota de todos os impedimentos que enfrentou no momento. Seus sentidos foram prejudicados, ou impedidos? Esses podem ser pontos similares aqueles que um agente da lei abordaria. Pense nos seguintes detalhes (e seja honesto):
Objetos entre você e o OVNI que atrapalharam sua visão
Caso estivesse usando lentes de contatos, ou óculos no momento do avistamento
Caso estivesse usando fones de ouvido, ou algo que impediu, ou atrapalhou sua audição.
Caso estivesse resfriado, ou alguma coisa que impedia seu olfato de funcionar adequadamente
Caso estivesse tomando medicamentos prescritos, ou sob influência de álcool, ou outras drogas.

8
Escreva isso tudo em um relatório coerente e envolvente. Quebre os parágrafos para torná-lo mais fácil de ler. Inclua qualquer conhecimento específico que possua em sua formação, que contribua para a sua história (por exemplo, se você for um piloto, ou tenha treinamento mecânico, ou de voo).
Ele não tem que ser extravagante, mas deve ser digitado (você provavelmente terá que submetê-lo online, assim pode apenas copiar e colar) e revisado. Quanto melhor elaborado, mais a sério será levado.

9
Esteja pronto para mais questões, ou solicitação de evidências. Caso seu relatório seja válido e intrigante, você pode ser convidado a dar uma entrevista. Caso o processo continue, sua câmera pode ser requerida e você pode até mesmo ser interrogado sob juramento. Esse tipo de coisa é levado muito a sério; caso esteja apenas fazendo uma brincadeira, será descoberto.
Caso prefira permanecer anônimo, a maioria (se não todos) os formulários podem acomodá-lo. Isso não afetará como seu relatório será processado. Apenas em raras situações será solicitado que se identifique (caso você tenha uma filmagem inquestionável, por exemplo).

Nunca pague ninguém para exibir sua experiência. Existem toneladas de websites por aí que são fraudulentos. Caso tenha vivenciado uma experiência verdadeira, apenas recorre às fontes confiáveis. Faça sua pesquisa antecipadamente e nunca autorize ninguém a “vender sua história” por você. Ela é sua. Você deve fazer o que quiser com ela.

Esteja preparado para os opositores. Quando um assunto sobre algo sobrenatural aparece, as pessoas assumem um dos lados da questão. Existirão aqueles que escutarão sua história e vão considerar que você está comprovadamente louco, e isso é normal. Também existirão aqueles que serão inspirados e desejarão ter sua própria experiência. Não deixe que nenhuma dessas opiniões influencie você. O que eles pensam não é importante, de qualquer forma.
Quando mais visibilidade alcançar (TV, YouTube, etc.) mais opositores existirão. Em certas situações, pode haver certa repercussão. Caso esteja preocupado sobre isso, deixe seu nome fora da questão. Contudo, a maioria dos casos não recebe publicidade suficiente para que isso se torne um problema.

Fonte

Em caso de observação entre em contacto com o UFO Portugal Network
Email: ufo_portugal@sapo.pt 

sábado, 15 de abril de 2017

Praticante de BTT regista fenómeno luminoso no Concelho de Trofa - Portugal

Localização - Guidões - Trofa

Data hora - 11/04/2017 - 11:59h

Testemunha - Sr. Rui Pedro Rocha

Mais um caso intrigante que nos chega de um praticante da modalidade Mountain Bike ‘BTT’, que ficou surpreso com a observação de algo de estranho, anômalo visível por 10 a 20 segundos.
O Sr. Rui Rocha, conta que ao realizar a parte final se uma íngreme subida, viu uma luz estranha para qual pensou ter alucinado ou ter sido aquela impressão de que se viu algo e não viu.

Parou e bateu a foto naquele momento inóspito e repentino.
Porém a surpresa estaria para vir ao consultar o seu telefone Samsung modelo S7, que lhe revelou para sua surpresa de que não se tratou de um delírio, impressão de que viu e não viu!
Afinal a testemunha viu realmente alguma coisa e o seu equipamento móvel comprovou exatamente isso mesmo.

Testemunha: “Foi tudo muito rápido e não me apercebi de qualquer som. Depois de ter tirado a fotografia olhei para o ecrã do meu Samsung S7 para ver se tinha apanhado o tal OVNI e quando voltei a olhar para o local já não estava lá nada, e isto demorou o quê? 1 segundo? 2 no máximo...? 'Visualização no telefone'...

Foto original
A coisa muito estranha que aconteceu foi o seguinte. Eu tenho activado no telemóvel uma função na câmera que, por defeito e em TODAS as fotografias que são tiradas, o S7 filma os 3 últimos segundos até a foto ser tirada. Se quiser perceber melhor há muita informação disponível na net sobre esta função. E é aqui que chegamos à tal coisa muito estranha. Das muitas centenas de fotos que já tirei com o S7 esta foi a ÚNICA foto em que esta função não ficou disponível”



Numa ampliação de imagem constatamos não parecer ser ‘lens flares’, pelo que o Sol se esconde por detrás das copas das árvores.
A luz, reflexo ou objeto aparenta estar a uma altitude muito acima das árvores como se pode constatar na fotografia.
Após consulta sobre a possibilidade de ser o reflexo solar na fuselagem de alguma aeronave, ficamos a saber que as únicas aeronaves nas proximidades estariam já sobre o Aeroporto Francisco Sá Carneiro, com duas aeronaves da Rayaner, uma da Brussels Airlines e outra que não conseguimos identificar.
Isto na data e hora apresentada pela testemunha.

A luz, objecto observada e registada pelo seu equipamento móvel, revela uma fisionomia um tão pouco estranha, fora do vulgar, inclusive para um reflexo, refração de luz solar sobre a lente do seu telefone!

A foto não foi subtida a qualquer tipo de filtros, ou adulteração, manipulação digital mantendo desta forma toda a sua originalidade.
Apenas sofreu zoom e corte de forma a extrair com mais pormenores o objeto para consulta dos leitores e consultores.

Se você observou o mesmo fenómeno queira entrar em contacto com o UFO Portugal Network através do email: ufo_portugal@sapo.pt 

Toda e qualquer informação adicional será muito bem vinda.

Este não é o primeiro caso presenciado por um atleta praticante de BTT!
Em 2011 outro fenómeno era também reportado pelo Sr. António Luís na Serra do Gerês que pode consultar "AQUI".

segunda-feira, 10 de abril de 2017

OVNIs na Áustria são investigados pela MUFON - NETWORK

Ao retornar para casa, por volta das 22h30, depois de um dia de trabalho, Manuel C, que reside na Áustria e estava na companhia do amigo Franz, avistou três misteriosas esferas luminosas numa região remota do pequeno país - com população inferior a dez milhões de habitantes.

Em depoimento à Mutual UFO Network (MUFON), maior e mais antiga organização de pesquisas ufológicas do mundo, disse que naquela escura noite de 4 de janeiro, ao percorrer um trajeto distante das áreas urbanas, percebeu atividades anômalas na região - contudo, é imperativo ressaltar que as imagens só foram exibidas em abril.

“Sem ter pensado alguma coisa, olhei para o céu escuro, de repente eu vi 3 objetos luminosos muito brilhantes que flutuavam muito lentamente, giravam em um tipo de padrão de círculo e ficavam em pé no ar!!”, revelou.

Impressionado com o episódio, ele estacionou o carro e filmou as naves pelo telefone celular. Ainda destacou que o isolado lugar estava completamente escuro. Salientou também que os aparentes objetos voadores não identificados (ovnis/UFOs) eram silenciosos.

Apesar de Manuel gravar os OVNIs por apenas 40 segundos, devido ao telefone móvel ter pouco espaço na memória, e o aparelho usado pelo colega ser antigo e não contar com câmera acoplada, eles permaneceram visíveis por aproximadamente 4 minutos depois da filmagem, de acordo com ele.

Conforme a testemunha, após as naves se “exibirem” por um breve período, elas rapidamente sumiram.

video

“Depois desta filmagem, nós vimos esses três objetos por cerca de 3-4 minutos.
Em seguida, simplesmente desapareceram. 
Como desligar uma luz”, reportou.

O austríaco ainda acentuou que as misteriosas luzes mudaram seu pensamento em relação a existência de alienígenas.

Antes de observar os hipotéticos UFOs, comentou à MUFON que não acreditava na existência de extraterrestres.

“Na verdade, eu era cético sobre essas coisas, mas depois deste assustador evento, estou muito mais aberto a coisas estranhas / Ufos / extraterrestres e assim por diante”, declarou.

Porém, o fato da testemunha relatar a presença de insetos nas proximidades do evento, gerou dúvidas nos moradores, que alegaram não haver insetos durante o gélido inverno austríaco.

“Em janeiro não há insetos ativos devido à baixa temperatura, especialmente grilos”, retrucou the best.

Fonte 

sábado, 8 de abril de 2017

Astronautas da NASA afirmam que alienígenas existem e visitam a Terra

Aqueles que acreditam em alienígenas geralmente são taxados como teóricos da conspiração.

Porém, existe um grupo de astronautas da NASA que acredita em extraterrestres e ainda afirma que eles visitam a Terra.Mais precisamente, são quatro astronautas que se tornaram reconhecidos por sua visão aberta sobre os alienígenas. Conheça agora esses quatro astronautas que acreditam na existência de vida extraterrestre.

Edgar Mitchell

Ele foi a sexta pessoa a pisar na Lua em 1971, após ter embarcado na missão Apollo 14. Ele teve uma grande epifania espiritual no caminho que fez voltando da Lua, e a partir daí, passou a vida tentando provar a existência da vida extraterrestre. Segundo Mitchell, os alienígenas salvaram a Terra de uma guerra nuclear, e o Vaticano está escondendo o conhecimento de uma raça extraterrestre que estaria tentando compartilhar o segredo de uma nova fonte de energia com os humanos.

Ainda de acordo com o astronauta, os extraterrestres podem ser vistos frequentemente em cima de ogivas nucleares e já impediram o lançamento de armas nucleares durante a Guerra Fria. Ele também acredita que o governo norte-americano está encobrindo o Caso Roswell, quando um suposto disco voador caiu na cidade do Novo México.

“A razão para a negação é que eles não sabiam se [os alienígenas] eram hostis e não queriam que os soviéticos soubessem, então inventaram uma enorme e complexa mentira para encobrir o caso”, disse ele. Mitchell faleceu em fevereiro de 2016, um dia antes de completar 45 anos que ele desembarcou na Lua.

Gordon Cooper

Gordon Cooper fez parte da equipe de 7 astronautas que realizou a primeira missão espacial tripulada da NASA. A missão recebeu o nome de Projeto Mercúrio e aconteceu durante os anos de 1958 a 1963. O objetivo era colocar o ser humano em órbita. Cooper afirmou em 1951 que avistou um ovni sobrevoando a Alemanha e também disse que viu alienígenas em uma base de experimentos nos Estados Unidos.

“Eu acredito que esses veículos extraterrestres e suas tripulações estejam visitando nosso planeta de outros planetas, que são um pouco mais tecnicamente avançados do que nós aqui na Terra”, disse Cooper à ONU em 1984. “Mas primeiro temos que mostrar-lhes que aprendemos a resolver os nossos problemas por meios pacíficos e não pela guerra, antes de sermos aceitos como membros da equipe dos universalmente qualificados.”, completou. Ele faleceu em outubro de 2004, aos 77 anos.

Deke Slayton

O astronauta Deke Slayton fez parte do Projeto Mercúrio da NASA e posteriormente se tornou Diretor de Operações de Tripulação de Voo da Agência. Slayton também afirmou que avistou um ovni em 1951. “Parecia um pires deitado em um ângulo de 45 graus. Eu não tinha nenhuma câmera, caso contrário, teria tirado algumas fotos” disse ele. Ele faleceu em 1993 aos 69 anos.

Brian O’Leary

O astronauta Brian O’Leary foi convocado para uma missão da NASA em 1967 com destino a Marte. Mas um ano depois, a missão foi cancelada. Ele passou por uma experiência de quase-morte que mudou sua visão sobre os extraterrestres. O’Leary se tornou professor de física da Universidade de Princeton após terminar seus trabalhos da NASA. “Há abundantes evidências de que estamos sendo contatados. As civilizações estão nos monitorando há muito tempo e sua aparência é bizarra de qualquer tipo de ponto de vista.”, disse ele.

Gustavo Teixeira
J. Ciência 

sexta-feira, 7 de abril de 2017

Astrônomos captam sinais de rádio inéditos com origem extraterrestre


As misteriosas ondas de rádio registadas nos últimos anos têm intrigado os cientistas desde o primeiro surgimento. Agora, um grupo de cientistas australianos detetou três novos sinais misteriosos – e garantem que são extraterrestres.

Os cientistas da Universidade Nacional da Austrália e Universidade de Tecnologia de Swinburne detectaram os sinais através do Telescópio Molonglo, em Camberra, Austrália.

O radiotelescópio tem uma área de análise de cerca de 18 mil metros quadrados. Segundo os especialistas, este telescópio é ideal para recolher sinais de rádio, tecnicamente chamados de FRBs (Fast Radio Bursts).

Mas, em 2013, os astrônomos também perceberam que, devido à sua arquitetura, o telescópio gigante não deteta sinais provenientes da nossa atmosfera.

As curtas emissões de rádio são difíceis de estudar por aparecerem e desaparecem muito rapidamente, por isso os cientistas não têm muita informação sobre a sua origem. No entanto, os novos dados indicam que podem ser provenientes de uma nave estelar cósmica ou de uma galáxia distante.

“Os radiotelescópios convencionais com antena têm dificuldades em captar transmissões com origem para além da atmosfera da Terra”, disse um dos autores do estudo, Chris Flynn da Universidade de Tecnologia de Swinburne, na Austrália.

Mas, por enquanto, as fontes dos três sinais de rádio detectados permanecem relativamente misteriosas, exceto pelo fato de, claramente, não serem deste planeta. Os astrônomos australianos sugerem que os FRBs são provenientes das constelações Puppis e Hydra.

Anteriormente, os astrônomos achavam que os sinais de rádio estavam a ser emitidos devido a alguma interferência local. No entanto, esta teoria foi desmentida porque surgiram descobertas que apontam para o espaço.

“Os sinais de rádio são claramente perceptíveis dada a sua curta duração e origem a grande distância. Não identificamos qualquer origem natural plausível. A origem artificial deve ser considerada e verificada”, destacou Avi Loeb, da Universidade de Harvard.

Avi Loeb acredita que estes sinais podem ter sido enviados por transmissores gigantescos, utilizados para garantir o funcionamento de naves extraterrestres.

Fonte 

quarta-feira, 5 de abril de 2017

Encontro Imediato em Setúbal

Ainda que não exactamente igual a este avistamento, o Caso da Abrunheira era a única referência para o que tinha sucedido no verão daquele ano.
O episódio foi investigado por Sánchez Bueno, falecido em 1994.
Um objecto semelhante fora avistado perto de Sintra, cerca de 90 km de Setúbal, em 29 de Novembro de 1980.
Cinco operários de uma fábrica de plásticos, um vigilante e um encarregado observaram durante 10 minutos uma luz intensa e fixa de cor amarelo viva, que apresentava contornos em forma de estrela de três pontas.
Nas extremidades, distinguiam-se tons esverdeados que se reflectiam na parte inferior em tons amarelos.
Em outra situação, Carlos e Pedro Coelho, pai e filho, decidiram ir à fortaleza Sant’Iago do Outão, uma construção do século XIV situada na localidade de Outão, em Setúbal, para uma pescaria nocturna.
Era uma madrugada do mês de julho de 2002.
O local é frequentemente visitado por pescadores que se refugiam naquela zona sossegada, aproveitando para descontrair e relaxar enquanto observam a magnífica foz do Rio Sado.
E se tiverem sorte, podem ainda observar golfinhos.
Naquela noite, porém, a pequena praia se encontrava deserta.
Os dois prepararam as tralhas de pesca e se sentaram perto do mar para conversar.
Ambos observaram dentro da água, a uns 15 m da costa, uma pequena luz em forma de prato, com cerca de dois palmos de diâmetro, muito perto da superfície.
De acordo com o que conseguiram constatar, parecia ser uma massa luminosa de cor verde fluorescente, uniforme e com um foco que apenas iluminava num sentido ascendente, em direcção à superfície.


Paralisados pelo objeto — Subitamente, a misteriosa luz começou a se deslocar em linha recta, à velocidade moderada e sem deixar rastro, até estacionar adentro da costa. Estupefacto com o que observaram, o pai decidiu apontar o foco da lanterna que levava consigo na direcção da luz.
Ao fazê-lo, pôde constatar que, por detrás da luz e a alguns metros dela, encontrava-se um grande turbilhão na água, também circular, mas consideravelmente maior do que a luz, que deu às testemunhas a sensação de que algo estava prestes a emergir.
Assustado e temendo pela segurança do filho, o homem decidiu que deveriam ir embora. Porém, precisamente neste momento, eles caíram em si encostados à muralha da praia, a cerca de três metros do local aonde se encontravam, paralisados por uma sensação que descreveram como sendo “algo parecido a um formigueiro no corpo, semelhante à electricidade estática”.
Não se lembram de terem sido projectados nem crêem que isso tenha acontecido. Simplesmente, num momento estavam à beira do mar, prontos para irem embora, e no outro, ao abrirem os olhos, encontravam-se encostados à muralha, de frente para a água, boquiabertos e temporariamente paralisados.
Foi uma circunstância muito semelhante ao missing time [Sensação de tempo perdido], frequentemente associado às abduções, mas não foi o que ocorreu.
Felizmente, a sensação de formigueiro desapareceu após alguns momentos e as testemunhas recuperaram a mobilidade.
Atemorizados, abandonaram a praia pelas rochas e subiram para um mirante da fortaleza, que existe por cima da praia.

Ali, puderam observar que o turbilhão tinha desaparecido e que a luz se deslocava novamente em linha recta, afastando-se na direcção do oceano.
Nesse momento, Carlos Coelho decidiu acender uma pequena luz e a apontou na direcção de onde estava o artefacto, realizando diversos movimentos com ela.
Como que respondendo, o objecto regressou em sua direcção, se posicionou e se imobilizou à sua frente, começando a acender e a apagar não numa sessão regular, mas sem padrão aparente, numa sequência que as testemunhas descreveram como “apresentando semelhanças ao conhecido código morse”.
Naquele momento, Coelho resolveu esconder a luz, fechando-o na palma da mão. Imediatamente o OVNI começou a se distanciar, para logo regressar quando o homem reabriu a mão.
Esta interacção durou seguramente 30 minutos.
Ele desenhara com o rastro da luz algumas figuras geométricas, como quadrados, triângulos e também números.
Todavia, foi quando realizou um movimento errático que o OVNI começou a mudar de cor, passando do verde para o amarelo, então para o laranja e depois para um vermelho muito intenso.
Neste momento, pai e filho ouviram um estrondo como o de trovoada seca e o homem viu um clarão ou relâmpago branco na direcção da Serra da Arrábida, que o cegou temporariamente.
Naquele instante, o céu tinha adquirido uma tonalidade “vermelho eléctrico”, que logo se dissipou.
Após este fato, o OVNI retomou a tonalidade original e respondeu mais uma vez à luz do pescador.
Assustados e com a sensação de que aquilo não teria gostado da interacção, decidiram ir embora, não se tendo observado o desaparecimento do objecto, que seguia rumo ao mar alto.
Esse caso não foi o primeiro a ocorrer na praia da Fortaleza de Sant’Iago do Outão.
26 anos antes, em 19 de Outubro de 1976, dois pescadores observaram seis luzes alaranjadas muito nítidas e de grande intensidade, por volta das 02h00, na direcção poente–nascente.
José Pinto e José Mascarenhas, à medida que as luzes se aproximavam, percebiam que eram sinalização de um objecto em forma de ovo, localizadas duas na parte de cima, duas ao meio e duas na parte de baixo.
O objecto, que à distância das testemunhas aparentava ter 10 m de diâmetro, apresentava-se como vulto escuro, totalmente silencioso e com luz encarnada no topo.
Assustadas, as testemunhas tentaram sair do local, mas conseguiram ainda observar o objecto que, nesse momento, emitia algumas faíscas, voando ao que estimaram ser cerca de 10 km/h.
Quando finalmente o fenómeno se encontrava perto de Tróia, mudou da cor laranja para avermelhada, deixando o céu em redor com tonalidade semelhante.
Subitamente, fez um movimento em forma de Z, desaparecendo em alta velocidade em direcção aos estaleiros da Setnave, em Setúbal.

A. Neves